UFJF participa do maior seminário de gênero do país
- 9 de ago. de 2017
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O feminino, o masculino, as homossexualidades e as transexualidades. Dia após dia, as questões de gênero ganham mais espaço na vida das pessoas, seja pelo debate nos meios de comunicação, pelos movimentos sociais ou pela produção acadêmica, como a recente Campanha de Visibilidade Lésbica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e os vários estudos realizados na instituição.

O assunto é tão extenso que existe um congresso trienal no Brasil. O Seminário Internacional Fazendo Gênero chegou à sua 11ª edição e este ano foi realizado em conjunto com o 13º Mundo de Mulheres, que pela primeira vez aconteceu na América do Sul. A UFJF se fez presente na edição deste ano, que aconteceu entre o dias 31 de julho e 8 de agosto e reuniu mais de 8 mil pessoas.
O Grupo Flores Raras, ligado à Faculdade de Educação (Faced), levou a campanha da Universidade para o evento e participou com cinco trabalhos acadêmicos, sendo quatro pesquisas e um pôster. De acordo com a professora Daniela Auad, líder do grupo, “o Seminário é um espaço que proporciona produção de conhecimento e militância”. A professora ressalta a importância do evento. Ouça abaixo:
Outro estudo apresentado no evento foi “Não-binaridade de gênero: processos de subjetivação em narrativas de diferença”, produzido pelo mestrandi Neilton dos Reis, sob a orientação do professor Roney Polato. “Apresentar o meu trabalho para estudiosos de outras áreas, como a história e a linguística, enriquece o estudo e traz novos olhares sobre o objeto que pesquiso”, destaca o estudante.
Em vídeo, Neilton contou ao Hipernews como foi a sua participação no evento:
Tradicionalmente realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Fazendo Gênero é o maior evento da área no país e reúne pesquisadoras e pesquisadores de toda parte do mundo, além de ativistas sociais, principalmente feministas. Um dos momentos fortes de militância aconteceu na quarta-feira, 2, pelas ruas de Florianópolis.
Com gritos de “Fora Temer” e “A América Latina vai ser toda feminista”, mais de 10 mil pessoas participaram do protesto. As participantes reivindicaram o fim da violência contra a mulher, respeito aos direitos sexuais e reprodutivos, entre outros. O Portal Catarinas, coletivo que trabalha o jornalismo sob a perspectiva de gênero, fez a cobertura do manifesto, confira:
O momento também foi registrado pela doutoranda em educação Luciene Mochi. Confira um trecho:
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